Novo Messias É Recebido Com Honras E Glórias No Templo Da Assembléia De Deus Em Brasília

Líder da ‘Igreja da Unificação’, o sul-coreano Reverendo Moon, se fortalece no Brasil usando a Assembléia de Deus. O reverendo Moon, ou Sun Myung Moon, que se auto-intitula o ‘novo Messias’, nasceu na Coréia (antes da divisão), em 1920. É o segundo filho dos oito que nasceram em uma família camponesa de cristãos presbiterianos. Ele conta que na Páscoa de 1936, aos 16 anos, enquanto orava em uma montanha teve um “encontro espiritual” com Jesus. Durante os anos seguintes estudou e pesquisou a Bíblia até que em 1945, atendendo a um “chamado de Deus”, foi para a então Coréia do Norte e começou a pregar uma “nova mensagem de Deus”, Ele afirmava que esse é o Princípio Divino, uma terceira parte da Bíblia; outro Testamento. Dizendo-se uma nova encarnação de Jesus, fundou a seita chamada Igreja da Unificação. Em 1960 casou-se com Hak Ja Han e tiveram 13 filhos e 40 netos. Eles passaram a se apresentar com o título de “verdadeiros pais”, pois restaurariam o erro de Adão e Eva, dando início a uma “nova cultura e linhagem do Céu”. O aspecto mais confuso dos ensinamentos de Moon é que Jesus falhou na cruz e Moon seria o messias final, que terminaria a obra divina na terra. Como o nome indica, a Igreja da Unificação deseja unificar todas as religiões, consideradas boas por ele. Algum tempo atrás Moon e sua igreja vieram para o Brasil, fizeram investimentos no país, mais especificamente no Mato Grosso do Sul, e tentaram buscar o apoio das lideranças evangélicas. A grande maioria negou-se a apoiar esse homem que se diz a “segunda vinda de Jesus”. Porém, o Bispo Manoel Ferreira, ex-deputado e líder do Ministério Madureira, tem se envolvido com Moon. Ferreira já esteve na Coréia e participou de cerimônias de casamento na Igreja da Unificação. Este é um dos eventos mais importantes para a seita, pois seus fiéis acreditam que se tornam “filhos espirituais” do reverendo Moon através do casamento. Agora, surge a denúncia que decidiu “retribuir” e convidou representantes da igreja de Moon para usarem o púlpito da Assembléia de Deus de Brasília. O culto realizado na igreja em Brasília no mês de outubro foi chamado de “Festival Global da Paz”, cujo objetivo seria “apresentar a mensagem do Reverendo Moon como o novo Messias”. O tema “uma família sobre Deus” mostraria que a mensagem que “cumpriria o sonho de Deus de todas as pessoas do mundo serem uma só família”. A iniciativa do festival foi de Hyun Jin Moon, um dos filhos do líder da Igreja da Unificação, que mostra os seus pais como os originadores da “verdadeira família” capaz de salvar a humanidade. O blogueiro Júlio Severo publicou artigo afirmando que o Pastor Enoque faz um “alerta importante no vídeo para que outros pastores da Assembléia de Deus Ministério Madureira não se deixem enganar pela apostasia que se iniciou em sua denominação, mas abram a boca para denunciar e alertar suas congregações.
Fonte: Noticias Gospel

 

Islã: Livro escolar ensina a decepar pés e mãos como punição

O Institute for Gulf Affairs, de Washington, Estados Unidos, recebeu edições de um livro escolar publicado pelo governo da Arábia Saudita que mostra como decepar pés e mãos de acordo com a Sharia, lei islâmica que pune diversos atos, entre eles o homossexualismo. No livro os alunos aprendem como devem cortar pés e mãos de pessoas que precisam ser punidas, e também são ensinados de que todos os judeus precisam ser exterminados e os homossexuais devem ser “levados à morte”. O órgão americano disse ao Daily Mail que a linguagem jihadista empregada no livro, que é destinado à crianças e adolescentes, nada mais é do que a preparação para o terrorismo. “”É onde o terrorismo começa, no sistema educacional”, disse Ali al-Ahmed, diretor do instituto. Para os muçulmanos o “Corão”é a mais importante fonte da jurisprudência islâmica. Ele é quem dita punições de diversos atos considerados crimes para o Islã. A segunda fonte usada pela lei é a “Suna”, uma obra que narra a vida e os caminhos do profeta Maomé.
Fonte: Noticias Gospel

 

Nigeriano cristão perdoa muçulmanos que mataram sua esposa e ora para que se convertam

Em uma das aldeias da Nigéria, muçulmanos tiveram ajuda de vizinhos para armarem uma emboscada em um assentamento cristão deixando uma mulher morta e dois homens feridos. O crime aconteceu no estado de Kaduna no dia 10 de dezembro. De acordo com o esposo da vítima, Musa Blak, de 60 anos, homens armados cercaram sua casa e escondidos atrás de uma árvore atiraram contra sua esposa e feriram a ele a um primo. Nessa comunidade, que fica em uma cidade chamada de Kukum Gida, há cerca de 425 pessoas cristãs que frequentavam a Igreja Evangélica Vencendo Tudo (Evangelical Church Winning All) que foi invadida por volta das 11h45. Ao ouvir os latidos dos cachorros o dono da casa, Blak, saiu para ver o que estava acontecendo e viu os invasores. Eram muitos muçulmanos que rodearam a aldeia com armas a fim de emboscar a todos os moradores, quando sua esposa saiu para saber o que estava acontecendo foi atingida por um tiro e caiu. Ele foi a segunda vítima, mas só teve ferimentos. Um de seus primos também foi baleado e resistiu. Apesar de assistir sua esposa morrendo sem poder ajudá-la, Blak não condena os assassinos e diz que vai orar pela conversão deles. “Estou orando para que esses muçulmanos que nos atacaram conheçam a Jesus Cristo como seu Salvador. Eu já os perdoei, porque sei que não sabiam o que estavam fazendo, peço aos cristãos que orem por aqueles que nos perseguem, Jesus fez o mesmo lá na cruz”, disse ele.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Notícia Cristiana

 

Hillary Clinton pede a libertação do pastor iraniano Yousef Nadarkhani

A sentença final sobre o caso deve ser definida ainda no mês de novembro pela Suprema Corte do Irã – Hillary Clinton pede a libertação do pastor iraniano Yousef Nadarkhani. – A secretaria de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, pediu através de um comunicado, para que o Irã liberte o pastor Yousef Nadarkhani. Mais de 200 mil petições de americanos foram recolhidas em favor do pastor. “Hoje, pedimos a cada governo para libertar todos os prisioneiros de consciência imediata e incondicionalmente, incluindo o Pastor Yousef Nadarkhani”, disse a secretária no último sábado. A atitude de Hillary Clinton foi recebi com louvor pelo Centro Americano para Lei e Justiça (CALJ). “Nós apreciamos a forte declaração da Secretária de Estado Clinton em apoio ao Pastor Yousef”, disse Jordan Sekulow, conselheiro chefe da instituição. Preso desde 2009, Nadarkhani aguarda a sentença final que será dada pelo líder da Suprema Corte do Irã, Aiatolá Ali Khamenei. Pelas leis locais o pastor de 34 anos já foi condenado à morte por deixar a fé islâmica e se convertido ao cristianismo, mas até o final deste mês o Aiatolá deve emitir sua decisão final. “Continuaremos trabalhando com o Departamento de Estado para lutar pela libertação do Pastor Yousef, enquanto esperamos por uma decisão do líder da Suprema Corte do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, no fim deste mês”, disse o representante da CALJ.
Com informações Portas Abertas

 

Matthew Hoffman, jornalista de LifeSiteNews, fala aos brasileiros sobre os perigos do movimento homossexual

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente de LifeSiteNews para a América Latina, voltou recentemente de uma turnê de palestras de duas semanas no Brasil acerca do perigoso crescimento do movimento homossexual e sua ligação com os corrompidos valores morais sexuais dos heterossexuais. Hoffman falou com um grande número de bispos e padres católicos, bem como pastores e leigos evangélicos, que receberam sua mensagem com gratidão. Três das palestras foram transmitidas pela internet e uma quarta foi gravada para possível distribuição por parte de um ministério pró-família protestante. “O tópico da homossexualidade se tornou um tópico muito delicado em anos recentes”, comentou Hoffman no início de sua palestra. “A razão por que é um tópico delicado é que o movimento homossexual tem tido muito êxito em sua abordagem, em suas campanhas, em alcançar suas metas, que são mudar a cultura”. “O movimento homossexual criou uma situação na sociedade em que é virtualmente impossível criticar o movimento sem ser retratado como odiador, quase como um racista”, disse Hoffman. “Eles criaram uma imagem de si mesmos como uma minoria oprimida, e se alguém critica o movimento deles ele é acusado de odiar, de ser cruel, de estar promovendo violência contra os homossexuais”, de modo que “é virtualmente impossível na sociedade de hoje, ou as pessoas percebem como impossível, se opor ao movimento deles”. “Pois bem, vou quebrar essa regra hoje. Vou criticar o movimento deles. Não por ódio. Não é raiva. Essa é parte da mentira que eles promovem. Minha motivação é o amor. Não podemos separar a verdade do amor. Deus é ambos. Deus é verdade, veritas, ele também é amor, caritate. Veritas em caritate. Não podemos separar os dois. Não podemos dividir Deus, e não podemos trair a verdade, e não estamos sendo amorosos com os homossexuais se mentimos para eles”, disse Hoffman. As palestras de Hoffman trataram da origem e métodos violentos do movimento homossexual, começando em 1969 com os Tumultos de Stonewall e a fundação da Frente de Libertação Gay, e a agenda chocantemente anti-família e anticristã do movimento. Ele também tratou das devastadoras consequências fisiológicas, psicológicas e espirituais do estilo de vida “gay”, comentando acerca dos níveis extremamente elevados das doenças contagiosas, câncer, depressão, vício de drogas e álcool, promiscuidade sexual e violência que se acham na comunidade deles. As palestras de Hoffman também trataram do que ele considera como a raiz do movimento homossexual bem como do aborto: o uso do controle da natalidade artificial, que separa o ato sexual de sua função procriativa, transformando-a num ato egoísta e hedonista em que um casal trata um ao outro como um objeto. A contracepção argumentou ele, coloca o alicerce para o aborto e para a conduta homossexual, ambos dos quais presumem que o ato sexual pode ser usado para o mero prazer animal, sem nenhum propósito, responsabilidade ou sentido transcendente. A turnê de Hoffman começou com duas palestras dadas no Segundo Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida em São Paulo. Hoffman então viajou para o Rio de Janeiro onde falou com pastores, seminaristas e leigos na Igreja Batista de Campos dos Afonsos, o Ministério Oikos, o Primeiro Seminário Teológico Batista e um grupo de debate encabeçado pelo bispo auxiliar Antonio Augusto Dias. Como médico, Dias pôde confirmar as palavras de Hoffman com relação às consequências prejudiciais à saúde da conduta homossexual. Ao voltar ao México, Hoffman de novo deu uma palestra para um congresso do Comitê Pró-Vida Nacional, bem como outra palestra que fez uma análise da situação geral do movimento pró-vida e pró-família na América Latina. Hoffman diz que ficou animado com a recepção fortemente positiva com que suas palestras foram recebidas, principalmente considerando a natureza polêmica do tópico tratado. “Tanto o movimento homossexual quanto a questão da contracepção se tornaram um tópico sobre o qual os cristãos preferem fazer silêncio, principalmente na América Latina, onde poucos estão dispostos a levantar a voz contra eles”, disse Hoffman. “Só por quebrar o silêncio nesses tópicos e falar sobre as realidades cientificas, médicas e éticas do homossexualismo, estamos dando o primeiro passo para combater uma das maiores ameaças à família hoje”.
Fonte: Blog Julio Severo