Evangelismo com Moradores de Rua e Cracolândia na madrugada em 20-abril-2012

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Bancada evangélica no Congresso Nacional rechaça tese da ‘cura gay’

A bancada evangélica na Câmara Federal voltou a debater a questão da homossexualidade e rechaçou a tese propalada por movimentos de gays, lésbicas, travestis e homossexuais de que as igrejas evangélicas estejam promovendo uma onda de “cura gay”. O assunto foi levantado pelo deputado João Campos (PSDB-GO), um dos líderes da frente parlamentar, que pediu uma mobilização dos parlamentares neste debate. “Não estamos promovendo a cura gay. Não tratamos do assunto nesses termos. Mas quem quiser ter uma vida transformada deve procurar a Deus. O pastor Jóide, sua esposa e seu filho (foto) são prova desta mudança na vida das pessoas”. Por sugestão do cabo Juliano Rabelo, deputado federal suplente pelo PSB, o pastor Jóide Miranda participou do debate e trouxe cartazes com fotos que mostram-no na época em que era travesti. Jóide veio acompanhado de sua esposa Edna Miranda e do filho Pedro. Ainda de acordo com o parlamentar goiano, é grande o número de pessoas que vivem na homossexualidade e que procuram a igreja para buscar a transformação. “Muitas pessoas têm dificuldade para procurar a igreja por conta do preconceito, mas quem persiste consegue uma vida melhor em Cristo”, ponderou.
APEB
Integrantes da bancada evangélica na Câmara Federal e no Senado participaram também do lançamento de uma nova entidade que pretende dar apoio às ações da bancada em todo o país.A Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (APEB) vai reunir senadores, deputados federais e estaduais e vereadores. A nova entidade tem o apoio da Frente Parlmentar Evangélica da Câmara, da Confederação dos Conselhos dos Pastores do Brasil (Concepab) e da Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). O lançamento e os debates ocorreram no auditório Petrônio Portela, do Senado Federal, no mesmo momento em que os ministros do Supremo Tribunal Federal concluiam o julgamento de ação que pretende descriminalizar o aborto em casos de anencefalia.
 
Fonte: Olhardireto.com
 

VICIADOS NA GUERRA ÀS DROGAS

Caros amigos do Brasil,
Em 48 horas, a presidente Dilma poderá desempenhar um papel fundamental na mudança das políticas globais de drogas, de uma perspectiva de guerra e repressão para uma de tratamento e compreensão. Mas ela está em silêncio em relação à necessidade de abandonar a atual política catastrófica internacional e apenas o nosso enorme apoio vai fazê-la vir à público. Mais de 4 milhões de brasileiros, incluindo alguns dos nossos amigos e parentes, sofrem todos os anos do abuso de drogas e de sua dependência química. Nosso país está ignorando esta situação e gasta bilhões de reais lutando numa guerra falida que criminaliza os dependentes químicos. Agora, um grupo de líderes latino-americanos está exigindo uma nova abordagem que poderá incluir a ajuda para o sofrimento desses dependentes químicos e suas famílias. O governo dos EUA está tentando bloquear esse novo passo, mas Dilma pode equilibrar a balança. Ela só precisa de um gigantesco apoio público para se posicionar e abrir o debate. Vamos agarrar essa oportunidade única para trazer esperança para milhões de pessoas que sofrem todos os anos com a praga do abuso de substâncias e o vício. Clique abaixo para inundar o gabinete da Dilma com mensagens exigindo que ela entre para a história da Cúpula de Cartagena neste final de semana, virando a página da letal e sem sentido guerra às drogas e dê início a uma era de políticas de drogas mais humana e efetiva no Brasil e ao redor do mundo:
 
http://www.avaaz.org/po/stop_the_war_on_drugs_po_c/?vl
 
Nosso governo repetidamente disse que devemos combater o uso de drogas por meio da educação, tratamento e políticas de saúde incólumes. Mas a guerra às drogas liderada pelos EUA forçou uma abordagem global baseada na criminalização que superpopulou nossas prisões com criminosos não-violentos. Agora, após décadas de tentativas, sabemos que a guerra às drogas não atinge o problema do vício às drogas e sequer reduzem o seu consumo. Do outro lado, passos para a regulamentação na Suíça, Portugal, Holanda e Austrália mostram resultados impressionantes na redução do abuso de drogas e nos crimes relacionados com drogas. À essa altura, uma mudança na política de drogas é simplesmente uma questão de bom senso. No ano passado a enorme campanha global da Avaaz trabalhou junto com a Comissão Global de Política sobre Drogas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para abrir o debate político no mais alto nível nas Nações Unidas. Agora os Estados Unidos, que inventaram essa “guerra”, admitiram que essa abordagem não está funcionando. Pela primeira vez a pressão política está aumentando em toda nossa região e líderes da Guatemala ao México e Colômbia estão pedindo um debate acerca da descriminalização. Essa é uma mudança tectônica, mas os EUA sentiram o golpe e estão tentando bloquear políticas alternativas. O palco agora está pronto para um debate quente em Cartagena, Colômbia, que podemos influenciar e vencer! Mas temos apenas alguns dias para dar à Dilma o apoio público que ela precisa para tomar medidas concretas agora. Envie uma mensagem urgente para Dilma e compartilhe com todos:
 
http://www.avaaz.org/po/stop_the_war_on_drugs_po_c/?vl
 
Finalmente os políticos estão reconsiderando suas posições e a América Latina pode liderar o mundo para longe dessa política imprudente. Mas para sairmos de debates e chegarmos a ações tangíveis em nossas vidas, precisamos de um levante e forçar a Dilma a exercer essa liderança. Vamos garantir que essa cúpula seja o início do fim da guerra contra às drogas.
Com esperança,
Alice, Luis, Pedro, David, Carol, Emma, Ricken e toda a equipe da Avaaz